Por
vezes subsistem momentos que nos conduzem ao mais recôndito e mórbido
fundo de alma, fazendo-nos suspirar de mágoa, partir sentimentos e
desacreditar nas nossas reais idoneidades.
Pensamos
que somos um corpo sem vida onde tudo nos acontece, que tudo é incapaz
de remanescer num mesmo sítio… que somos apenas passageiros numa jornada
infiel de costumes e desleal quando atingidos pela triste razão de que
tudo tem um fim e que nada é para sempre.
Silenciosamente reflectimos e viajamos por entre ruelas de memórias e acabamos por lacrimejar, impiedosamente. Sem
pedir autorização, vagueamos pela dor e amargura. Chorar é um impulso
máximo do não querer mas que se deve fazer. Não é fraqueza mas sim
sentimentalismo, o que prova que o ser humano é uma máquina natural
verdadeiramente imperfeita da sua própria e adquirida perfeição.
Quando
voltamos ao mundo real, fora dos horripilantes sonhos de uma verdade
imaginária, olhamos para atrás e vemos que a acção terminou. Entendemos
muito e pouco, mas algo é certo. As
adversidades mudam cada um de nós. Somos uma irmandade de heróis que
forjadamente moldam o nosso carácter e vencemos, quebrando o mal que não
nos deixa avançar, e abre um rumo, novo por certo, que espreita um
sorriso e novas descobertas alcançadas com o sofrimento.
No fim de percebermos tudo isto, nitidamente, devemos agradecer às pessoas especiais que sempre estiveram connosco, que nunca nos deixaram desistir e, fielmente. estiveram ao nosso lado.
No fim de percebermos tudo isto, nitidamente, devemos agradecer às pessoas especiais que sempre estiveram connosco, que nunca nos deixaram desistir e, fielmente. estiveram ao nosso lado.
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A distância pode parecer enorme depois de um erro mas se tudo for verdadeiro e as ações outras, de parte a parte, tudo pode voltar a ser próximo. Unir um mar é fácil, separá-lo é bem mais difícil.
Rui, parabéns!
ResponderEliminarSeja quem for certamente deve sentir-se orgulhoso.