D.S A.F.
"Continuo a questionar-me... porque não conseguimos avançar quando o rio enche e inunda toda a capacidade de absorver sentimentos, sensações e dogmas? Bem, como uma formiga acarreta sobre si uma finitude de peso a mais para atingir determinados objetivos de sobrevivência nós, seres humanos, temos de sofrer para que a sobrevivência se torne capaz de tornar, racionalmente, tudo o que somos e fazemos. (...) e é por isto que todos os dias, faça chuva ou sol, eu continuo a acreditar que a distância, a dor e o sentimento vivido de uma primeira vez que nunca existiu... consiga regressar"
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